Dissolução de bloqueios

chakras

Para liberar e harmonizar nossos chakras, existem basicamente duas maneiras:

1 – Exposição dos chakras a vibrações de energias aproximadas à frequência nas quais vibra. Essas vibrações energéticas são encontradas nas cores puras e brilhantes, em pedras preciosas e cristais, em sons e óleos aromáticos, bem como nos elementos e nas diversas formas de expressão da natureza.

Assim que nossos chakras começam a vibrar em frequências mais elevadas e puras,  vibrarão mais rápido e as frequências mais lentas, que provocam bloqueios, dissolvem-se progressivamente.

2- Auto conhecimento que nos leve à percepção do que em nossa personalidade temos dificuldade em enfrentar e, o que nos bloqueia.

Esse caminho é a atitude interior de aceitação incondicional que leva ao relaxamento completo, que é o contrário do espasmo, do bloqueio.

Enquanto rejeitarmos alguma faceta da nossa personalidade consciente ou inconsciente, e enquanto julgarmos a nós mesmos e com isso condenarmos e repelirmos parte de nosso ser, será mantida uma tensão que impede o total relaxamento e, com isso, a dissolução dos bloqueios.

( Fonte – Chakras – Sharamon, Shalila e Baginski, Bodo – ed. Pensamento)

Aventurina

q verde

Também conhecida como Quartzo Verde ou Quartzo Aventurino.

Alivia o estresse, restaura o equilíbrio emocional, promove independência e aguça a clareza mental.

Purifica os corpos mental, emocional e etéreo.

Ajuda a libertar a ansiedade e o medo.

Estimula o tecido muscular e fortalece o sangue. Dá saúde e bem estar.

Fortalece a visão, estimula a criatividade e a inteligência.

Em magia, é usada para atrair sorte e dinheiro, além de saúde e bem estar.

Acalma o coração quando confuso, neutralizando emoções e dando e equilíbrio. Pode ser usada para qualquer doença, seja mental, emocional ou física. Sendo da família do quartzo, tem uma carga dinâmica que dá o poder de dissolver pensamentos e sentimentos não saudáveis, ajudando a curar o problema físico relacionado com esses pensamentos e sentimentos.

(texto extraído do livro ” O Caminho das Pedras” , de Antônio Duncan)